O Contador de Histórias.
“Eu gosto de contar histórias, verídicas ou tiradas da imaginação. Não
importa... Elas me fazem reviver os dias felizes e os sonhos de outrora que não
posso mais fazer”! “Não há quem resista a uma história”. Nas páginas dos
livros, dos jornais e das revistas, na tela do computador e na televisão,
narradas por alguém que sabe como contar uma história elas tem o seu lugar. Elas
encantam, amedrontam, fazem rir ou chorar. Assustam e são capazes de levar
através do pensamento em lugares distantes nunca antes imaginado. “Contar histórias é uma
das mais belas ocupações humanas”. Infelizmente, quase sempre, os contistas
estragam os seus contos por os encherem de literatura, de tanta literatura que
nos sufoca a vida! Assim disse Eça de Queiróz. Mas gente! Eu gosto de contar
historias. Influencias diversa me colocaram em fábulas e lendas reais ou imaginárias.
Garatujo algumas baseadas em fatos autênticos, outras em uma pequena dose de
ficção deixando no ar o gostinho da dúvida – Será que aconteceu? – Cada um com
seu estilo e este é o meu. Alguns contos ou narrativas são flashbacks que
surgem com final feliz. Poucas com desfechos um tanto tristonhos, mas que fazem
parte da vida como ela é. Importante saber que todos nós temos sempre uma
história para contar. E se pudéssemos montar nossas biografias com fatos e
feitos ocorridos, teríamos um volume imenso em paginas impressas no imaginário
livro da vida. E lembre-se “Boi não é vaca feijão não é arroz”... Quem quiser
que conte dois. “E todo poeta tem direito, pois quem conta um conto pode sim
até aumentar um ponto”.