Um escritor que nunca foi.
Não precisam me dizer. Muitos não me
consideram um escritor e muito menos um poeta. E eu “cá” na minha caneta passo
de banda e lá estou a escrever sobre “Escoteiro”... Este é um tema que
conheço... Escrevo de tudo, do valor, da seriedade, das histórias e lendas e o
que o escotismo deveria ser para a juventude mundial. Aprendi com estudiosos e
famosos jornalistas, articulistas como fazer uma crônica e de alguns deles
copiei o estilo, procurando inculcar o escotismo que sempre foi o meu bem
querer. Sei que não sou bem quisto, querido e aceito nas hostes de alguns que
tem ao seu modo como eu, o escotismo no coração. Minhas troças são para
divertir. Elas me fazem perder muitos leitores. Alguns gostam e outros não. Eu sou
um emérito antagonista das hostes diretivas da associação. Tenho lá meus
motivos, mas admito que diferente do que sou já velho, sem condições de estar
na ativa os demais tem o direito de aplaudir os caminhos traçados que já não
são mais os meus. Não tenho uma linha exclusiva para escrever. Conto histórias,
crônicas, faço troças, vou às origens procurando à mística e a tradição que
desapareceu. Nas lendas das mil e uma noites pego um pé de vento e tiro da minha
imaginação. Faço questão de dentro de o possível homenagear alguns leitores e
enquanto puder outros irão aparecer. Alguns com o tempo não me leem mais e entendo,
tudo na vida tem um começo e tem um fim. Gosto de um comentário, mas sei que
nem todos gostam de escrever. Como dizem os poetas, o escritor está sempre
levando o leitor a viver um sonho ou então seu pesadelo. Fraternos abraços e
enquanto estiver aqui meu Bravôo e meu Anré!
Boa noite.
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