A caixa de Pandora.
De supetão ele entrou
na caixa de Pandora. Era assim que ele chamava sua maneira de esconder do
Monitor no seu campo de Patrulha. Porque isso ele nunca disse. O Monitor o
olhou como se quisesse escutar: - Tu falas como as pessoas grandes Monitor! Ele
sentiu um pouco de vergonha e acrescentou educadamente. – Tu confundes todas as
coisas... Mistura tudo! Eu só queria mostrar um nó melhor do que o seu! – Rabugento
dentro de sua caixa invisível sacudiu ao vento seus cabelos dourados... Olhe
Monitor, eu conheço um planeta onde há um sujeito vermelho, quase roxo. Ele
nunca cheirou uma flor, nunca olhou uma estrela. – ZuPeçanha o Monitor estava
perdendo a paciência... “Eu sou um escoteiro sério, disse”. Você Rabugento mais
parece um cogumelo! Saiu de dentro da barraca, olhou ZuPeçanha, sorriu e deu
nele um forte abraço. Só disse para ele o seguinte: - Olhe Monitor, sonhos
todos têm. Alguns bons, outros ruins, alguns de nos tentamos realiza-los e
outros procuram esquecê-los. Aceite-me ZuPeçanha como sou! O Monitor lembrou que tem três espécies de
amizade que são rendosas e três prejudiciais em uma Patrulha. A amizade com os
sinceros, à amizade com os que não colaboram e a amizade com os tagarelas. Ele
sabia que ficar bem com todos era o papel do Monitor!
Boa noite.

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