Os sonhos de um escritor escoteiro
Às vezes me perco nas
teias da imaginação, percorro meu pensamento e volto ao ponto de partida. Sei
que é cansativo ler três postagens dia. Parei de reclamar dos amigos... São
tantos e tão poucos dão a eles atenção. Mas insisto, persisto preciso provar
para mim que ainda estou vivo e enquanto isto matuto até onde poderei chegar.
Virei uma máquina de fazer sonhos... Escoteiros... Escrevo demais... Uma pilha vai
formando na fábula, na lenda e a trama vem sem parar. Célia me chama atenção.
Ui, ui linda patroa, mas parar? Se estou a “escoteira”, fardado, chapéu na cuca
mochila no costado e marchando nas trilhas do passado procurando uma história
para contar? Como parar? Um dia tudo termina, nem sei se terei direitos de
escrever lá no alto, pois não sou tanto assim lá no céu. Às vezes quero parar
de escrever... Como? Se já tenho uma pilha pronta para postar... Mas
danadamente à medida que os dedos levam meus contos para apreciação, logo vou
formando outra história para contar. Alguns me dão conselhos, outros aplaudem e
muitos se calam. Quem pode entender um Velho Chefe Escoteiro na flor da idade,
buzinando na estrada da vida para chegar aos oitenta? Se chegar tem de ser
pisante, não melando o tempo deitado sem poder andar. Sei que é enfadonho, e até
tentei somente postar. Me deu comichão, coceira... Desculpem não dá! Dezembro
chegou... Quantos mais? “Que seja até 2021 aonde meu desejo dos oitenta vão se
realizar” e então... E então eu vou poder descansar em paz! Feliz Natal!!!!
Boa noite.

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